30
janeiro

WhatsApp Comunidades: como funciona esse recurso?

Desde o seu surgimento, o WhatsApp se tornou o recurso digital mais utilizado para comunicação instantânea. Prático e funcional, o aplicativo se revelou útil para diversas finalidades, como se comunicar com a família, participar de grupos do colégio dos filhos e, até mesmo, incorporá-lo enquanto ferramenta de venda nas empresas.

Hoje, já é possível dizer que sem o WhatsApp, o dia a dia das pessoas restaria prejudicado dada a relevância que a plataforma tem na vida dos indivíduos. Por isso, a Meta, empresa responsável pela ferramenta, vem desenvolvendo diversas melhorias e inovações, a fim de ser ainda mais útil no universo corporativo e uma das mais recentes foi o WhatsApp Comunidades.

Por meio dele, será possível criar subgrupos e tornar a comunicação com maior número de pessoas ainda mais eficiente. A função chegará ao Brasil em 2023. Se interessou e deseja saber como isso pode ser um aliado das vendas? Então, confira o post completo!

O que é o WhatsApp Comunidades?

Recentemente, a Meta anunciou um conjunto de novidades para o aplicativo WhatsApp. Dentre as várias modificações, está o WhatsApp Comunidades, uma ferramenta que possibilitará agregar vários grupos que tenham relação em um só ambiente compartilhado, funcionando como uma espécie de subgrupo.

Para ficar mais fácil de entender, pense na seguinte situação:

Você é dono de uma empresa que possui diversos setores. Assim, ao invés de criar um grupo em que todos estejam e mais vários outros para cada setor, com o Comunidades, você poderá criar uma comunidade para a sua empresa e nela, gerar vários subgrupos de acordo com cada segmento. Assim, além da organização e da centralização desses agrupamentos por temas, áreas e segmentos, a comunicação também se tornará ainda mais fácil e assertiva, pois será possível enviar uma mesma mensagem para vários deles.

Nele, a figura do administrador terá ainda mais comando porque além de controlar esses grupos, ele também poderá enviar avisos para grandes agrupamentos de participantes simultaneamente.

Leia também: Autopromoção: aprenda as melhores técnicas!

Como criar uma comunidade no WhatsApp?

O WhatsApp Comunidades já está sendo testado por usuários de todo o mundo, mas no Brasil, a ferramenta apenas será liberada para uso a partir de janeiro de 2023.

Isso porque, atendendo a um pedido feito pelo Ministério Público Federal, a Meta somente lançará a ferramenta após passado o período da eleição, a fim de evitar o compartilhamento de fake news e maiores transtornos para o período eleitoral.

Assim, quando estiver disponível, a criação das comunidades será de responsabilidade dos moderadores, da mesma forma como ocorre com a atual versão. O administrador vai continuar gerindo as entradas de participantes e também a divisão dos subgrupos.

É possível criar uma comunidade para vender produtos ou serviços?

Sim, é plenamente possível se valer do WhatsApp Comunidades para vender e, na verdade, essa aplicabilidade será ainda mais efetiva. Nós, inclusive, já falamos sobre como utilizar o WhatsApp para as vendas por aqui. Se você quiser se aprofundar mais no tema, basta acessar e conferir o conteúdo!

Por meio da ferramenta, você conseguirá tornar a comunicação entre empresa e cliente mais otimizada e organizada, podendo criar grupos específicos para divulgar produtos, serviços, promoções, formas de pagamento e muito mais.

Você tem uma loja de roupas e deseja obter o feedback de clientes que já compraram e tiveram experiência com a sua marca. Assim, ao invés de enviar uma mensagem em particular ou em um grupo em que estão presentes vários consumidores, você pode criar um grupo específico e colocar nele determinados clientes.

Além disso, você também pode fazer uma segmentação de acordo com os perfis de clientes.

Dono de uma loja de produtos para pets, você pode criar subgrupos de acordo com as demandas dos seus clientes. Dessa forma, ao invés de compartilhar os novos produtos para todo tipo de animal e tornar a visibilidade desses produtos desorganizada, em razão da quantidade de conteúdo enviado, é possível criar uma comunidade para a sua empresa e nela gerar vários grupos para os clientes que tem gato, cachorro, pássaros e assim por diante.

Com isso, quando você enviar uma novidade que chegou na loja para os felinos, o conteúdo será visto por aqueles que realmente têm interesse.

Outra maneira pela qual o WhatsApp Comunidades pode ajudar com as vendas, é por meio de ações especiais, ajudando a direcionar os destinatários. Veja:

Imagine, por exemplo, que você deseja liberar vantagens para aqueles clientes fidelizados ou compartilhar cupons de desconto. A partir dessa ferramenta, você pode gerenciar um grupo, incluindo os clientes mais engajados, e liberar os benefícios.

Essas são só algumas das diversas funcionalidades que a plataforma irá gerar. Conforme for sendo utilizada, nossas funções e ideias irão surgir.

E já que estamos falando sobre anúncios digitais, confira o nosso conteúdo sobre o tema e saiba como fazê-los!

Bem, agora que você sabe o que é o WhatsApp Comunidades, como ele vai funcionar e como pode ajudar a alavancar as vendas de produtos e serviços, que tal já começar a se preparar para o lançamento da ferramenta no Brasil? Continue acompanhando o blog da Actionpay e aproveite também para descobrir como usar o WhatsApp Business!

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24
janeiro

O que é inbound marketing e como usá-lo para vender mais?

É fato que, com o tempo, as estratégias de vendas vão sendo refinadas segundo as mudanças sociais, culturais e econômicas. Com o marketing, não foi diferente. Desde a sua concepção até hoje, várias novas formas de abordagem de clientes surgiram e uma delas é o inbound marketing.

Em uma publicidade passada pela TV lá pela década de 70, 80 e 90, era comum o chamado formato de “interrupção”, em que a propaganda interrompia os afazeres dos telespectadores para ser vinculada. Com o inbound marketing, a ideia é não interromper, mas sim atrair consumidores por meio do conteúdo, ou seja, utilizando técnicas como SEO, redes sociais e outros.

Essa diferente forma de abordar explora primeiro a atração e tem se mostrado muito relevante para as vendas. Se interessou? Então, confira este post para descobrir como ela pode te ajudar nas suas vendas, especialmente, no segmento de afiliados.

Afinal, o que é inbound marketing?

Por inbound marketing podemos compreender a técnica a partir da qual um público-alvo é atraído a uma marca ou empresa por intermédio de conteúdos valiosos e úteis, produzidos com o intuito de ajudar o interlocutor.

Assim, ao invés das interrupções, como no marketing tradicional, o inbound capta clientes de uma maneira muito mais sútil e, de certa forma, atua de modo a estabelecer primeiro uma comunicação para depois oferecer um produto ou serviço.

Além do público para o qual o conteúdo está sendo destinado pertencer a um grupo específico de pessoas, aqui, são os possíveis clientes que procuram a empresa após serem conquistados pelo conteúdo.

E aproveitando que estamos falando de conteúdo, você sabe o que é conteúdo evergreen? Em suma, trata-se de um tipo de conteúdo que se mantém atual independente do tempo, o que é extremamente válido e proveitoso. Quer entender melhor? Acesse o link e confira todos os pormenores sobre o assunto!

O que caracteriza o inbound marketing?

A principal característica do inbound marketing é, certamente, a postura adotada para se comunicar com o cliente. Isso porque se trabalha com um modelo de venda indireto e mais natural.

O intuito dessa estratégia é primeiramente identificar a persona da marca para, em seguida, compreender a sua dor e oferecer soluções a fim de auxiliá-la. A partir da produção de conteúdo abordando a necessidade desse público, se estabelece uma conexão entre usuário e empresa, o que o leva até o momento da compra.

Pensemos, por exemplo, na dona de uma loja de roupas aí da sua cidade, que tem produzido conteúdo para redes sociais, sobre dicas de moda e como fazer composição de looks, ajudando milhares de mulheres a se vestirem melhor. Ou, ainda, aquele teu conhecido dono de uma barbearia e que também está produzindo conteúdos de valor sobre como tratar da barba e como evitar a calvície, auxiliando os homens a cuidarem da aparência.

Veja que não existe uma intromissão direta no sentido de esses clientes comprarem o produto e o serviço deles, o que há é a agregação de valor por meio de conteúdos úteis. Assim, uma mulher que chega até ao Instagram e vê as dicas, automaticamente, se sente atraída e adquire roupas da loja e o mesmo movimento ocorre com a barbearia.

Quais são as principais estratégias de inbound marketing?

E, se você está se perguntando como, afinal, colocar o inbound em prática, listamos as principais estratégias a fim de você saiba como utilizá-lo. Confira:

  • Site: por meio do site, você consegue incluir seções sobre o seu produto ou serviço e discorrer sobre como ele pode ajudar o seu público-alvo;
  • Blog: também é interessante contar com um domínio para blog e, nele, produzir posts a respeito da sua área de atuação;
  • Redes sociais: outra medida também essencial é investir nas redes sociais, a maior variedade possível. Assim, esteja presente e ativo no Instagram, Facebook, YouTube, TikTok, entre outros;
  • SEO: o Search Engine Optimization é uma espécie de tráfego orgânico por meio do qual você consegue otimizar o conteúdo do seu blog e site de forma estratégica a fim de que ele apareça nos resultados de pesquisa do Google.

Como o inbound marketing pode ajudar o marketing de afiliados?

Os afiliados são responsáveis pela divulgação de produtos ou serviços de uma empresa. Com isso, cabe a eles utilizarem o marketing a seu favor.

No caso do inbound, o afiliado pode se valer de suas estratégias a fim de se comunicar com a persona do que ele está divulgando e tentando vender. É muito comum que no segmento de afiliação, haja a necessidade de produção de conteúdo a fim de gerar utilidade e valor para as pessoas e, dessa forma, atraí-las.

Portanto, perceba que o inbound marketing é válido para todo tipo de negócio que deseja vender mais e melhor, o que abrange o mercado de afiliados!

Nesse post, você pôde compreender o que significa marketing da atração, o famoso inbound marketing e entender como funcionam as suas táticas práticas. Além disso, também foi possível notar que você pode se valer dessas estratégias para alavancar as suas vendas no ramo de afiliação.

Esperamos ter ajudado e se você deseja continuar aprendendo mais, dê uma olhada nos nossos vários conteúdos aqui no blog. Não deixe de conferir o nosso post sobre como fazer a primeira venda como afiliado e até mais!

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16
janeiro

O que é CPC do marketing? Veja tudo sobre Custo Por Clique!

Quando temos uma loja on-line ou um perfil nas redes sociais, o desejo de fazer aparecer para as demais pessoas é inevitável, principalmente quando se tem o objetivo de conseguir muitos seguidores. E um dos meios possíveis para alcançar esse objetivo é tornando-se um afiliado, ou seja, ser o responsável por suas divulgações nas plataformas digitais.

Provavelmente, se você estudou um pouco sobre marketing digital, já deve ter ouvido falar sobre CPC (Custo por Clique), CPM (Custo por Mil Impressões) e CPA (Clique por Aquisição).

Essas são algumas siglas relacionadas a um valor médio em que é cobrado ao clique em um anúncio. Confira neste post que a Actionpay te explicará o que é o CPC e como utilizar para beneficiar seu negócio.

O que significa CPC?

Como acabamos de mencionar, se trata de um valor médio dos custos por um clique em um anúncio. Para isso, o valor é calculado e se divide o custo total pelo número dos cliques. Sendo assim, o CPC médio tem como base o custo real por clique, em que esse é o verdadeiro valor cobrado por um clique em seu anúncio.

O custo por clique é uma das principais métricas utilizadas no marketing digital atualmente, em especial nas plataformas de publicidade on-line, principalmente quando desejamos avaliar o desempenho e a cobrança de um anúncio pago. E não é atoa que é uma métrica popular, já que ela torna em números expressivos toda sua campanha de publicidade digital.

Qual a maneira de calcular o CPC?

Agora que sabemos que se trata de uma métrica utilizada para medir as taxas de clique, como é feito o cálculo? Imagine que você tenha algum e-commerce e queira fazer diversos anúncios em blog e sites, que nesse caso a ferramenta Google Ads disponibiliza um espaço publicitário para os sites parceiros.

Se o seu negócio optar pelo custo por clique, é disponibilizado um determinado valor em que você deverá pagar por cada usuário que chegar ao seu domínio, podendo ser através de links externos ou por anúncios em que foram espalhados nos blogs e sites que o Google Ads acha relevante ao seu site.

Existe também a possibilidade de escolher através do CPM (Clique Por Mil impressões) em que a remuneração que seu site irá receber será somente após mil exibições. Porém, o custo por clique se destaca pela sua precisão que é mostrado por meio de relatórios e de algumas métricas finais.

Agora vamos ao cálculo dessa métrica, que se trata de uma fórmula simples: CPC= custo total/número de cliques.

Imaginemos que você opte por pagar R$ 1000 e o valor que lhe foi disponibilizado para os custos por clique através das palavras-chave seja de R$ 0,50, o retorno que se espera será de 2000 cliques, com base nesse exemplo.

Como fazer o uso do Custo Por Clique?

Não será muito benéfico se o seu anúncio não for relevante ao seu público-alvo. O que ele precisa é atrair aquela pessoa com um interesse real pelo seu produto e que tenha um aproveitamento significativo para ela.

Então, procure evitar anúncios que apenas servem para “caçar cliques”, que além de prejudicar a imagem do seu e-commerce, não atrai o público ideal que deveria estar visitando e conhecendo seus produtos.

Alguns indicadores de marketing, como o funil digital, podem servir para medir e visualizar algumas estratégias para atrair mais pessoas e o efeito causado pelo anúncio. Nesse caso, o clique por custo pode mostrar o interesse que seu público tem pelos anúncios.

Como o CPC funciona no Google e em redes sociais?

Não tem muita importância, digamos assim, de onde o seu anúncio irá aparecer. Independente de qual for a plataforma que o afiliado utilizará, o cálculo e o uso do custo por clique será o mesmo. O que pode diferenciar são as formas de mostrar as métricas, gráficos e outros demonstrativos que servem para avaliar o seu progresso.

Por exemplo, nas redes sociais Facebook e YouTube utilizam do espaço lateral para fazer a publicidade dos anúncios. O que muitos anunciantes estão fazendo ultimamente é aplicar essa propaganda dentro do próprio feed da rede social.

Além de ter uma melhor entrega e performance do que em sites e blogs, isso se deve pelo fato de que o uso dos smartphones já é predominante e de uso diário das pessoas.

Por isso, não importa qual canal pago você usará para fazer os anúncios. O que acontece é que a métrica utilizadas por elas são as mesmas, onde citamos no início desse post. As principais formas são:

  • CPC (custo por clique): O anunciante paga apenas quando o usuário clica em seu anúncio;
  • CPM (custo por mil impressões): Aqui o custo será gerado apenas quando o anúncio for exibido mil vezes;
  • CPA (custo por ação): Nessa modalidade, o anunciante realiza o pagamento somente quando o usuário visualiza o anúncio, clica e performa a ação deseja.

No uso das redes sociais, as métricas utilizadas podem ser um pouco parecidas, mas tem como definição os: custo por like e custo por ação. O custo por like se baseia nas curtidas que uma publicação recebe. No momento, essa métrica está perdendo um pouco de relevância. O custo por ação é um pouco semelhante ao CPA, onde esse parâmetro acompanha quais os investimentos necessários para fazer os usuários interagirem com os anúncios postos dentro de uma rede social.

Como melhorar o custo por clique?

Melhorar o seu custo por clique pode ajudar e muito em suas campanhas publicitárias. Primeiro, procure qualificar seu público e, em simultâneo, ampliar. Com isso a inteligência artificial terá maior flexibilidade no momento de trabalhar com essas mudanças. É importante criar campanhas que servem para a conversão e tráfego ao seu site, além de criar alguns visuais que chamem mais a atenção do usuário, mas sem criar nada forçado e apelativo.

Utilizar pelo no mínimo dois anúncios para cada campanha diferente, para que assim a IA (Inteligência Artificial) possa trabalhar e visualizar qual a melhor e colocar em exibição.

Outra forma de otimizar seu custo por clique é de escolher o dia e horários específicos que seus anúncios poderão aparecer. Veja quais são os horários que seu público mais apresenta um volume maior de buscas e assim, você terá uma melhor estratégia sobre quando colocar seus anúncios.

Com isso, o mesmo pode ser feito no momento de reduzir seus custos. Não invista tanto para os dias e horários que seu público alvo demonstra baixa quantidade de buscas.

Por onde começar no planejamento de uma campanha?

Antes que você possa sair criando campanhas, lembre-se que, assim como qualquer outra estratégia de marketing digital, são necessários alguns estudos para ter mais assertividade nos planejamentos. Após adquirir um bom material após os estudos feitos, você terá mais opções de como estruturar sua campanha. É importante se atentar a alguns detalhes como:

  1. Estude seus concorrentes: Não será possível fazer estratégia sem antes você conhecer contra quem está concorrendo. Procure entender e conhecer quais são os textos que estão utilizando, tanto nos anúncios feitos no Google como em redes sociais.
  2. Opte por um planejamento de orçamentos: quanto mais limitado for seu orçamento, melhor. Assim, você terá mais cuidado no momento de montar as campanhas.
  3. Pense na sua persona: quais são os gostos dos seus usuários? Quais são os canais que ele mais utiliza? Em quais horários ela faz mais buscas e quando navega nas redes sociais? Com algumas perguntas, como essas, é possível elaborar uma estratégia que possa corresponder exatamente com o que a sua persona procura e no horário certo.
  4. Faça conteúdo de qualidade: Pense no conteúdo que você está produzindo para seus usuários. Procure fazer textos mais persuasivos e com imagens que chamem a atenção, trazendo qualidade e profissionalismo.
  5. Faça campanhas humanizadas: Por mais que todo processo de montar uma campanha seja mais técnico, existem também alguns meios e funções que sejam mais intuitivos.

Então, o custo por clique tem uma grande parcela de importância dentro do marketing digital. Procure fazer aprimoramentos em seu orçamento para elaborar campanhas que façam a diferença para seu negócio, gerando mais renda através da internet. Além de utilizar métricas como o Google Ads ou em redes sociais, tente sempre se atualizar. Esse é um mercado em constante evolução.

Confira nossos outros posts aqui no blog e veja outras informações pertinentes. Até a próxima!

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11
janeiro

Benchmarking: o que é e como funciona em uma empresa?

Se uma das melhores formas de obter conhecimento é aprender com os erros dos outros, tirar lições e ganhos de acertos alheios deve ter igual importância, especialmente quando estamos falando de empresas!

Nessa lógica de ideias, temos um ramo do marketing chamado benchmarking, cujo propósito é fazer uma análise das práticas mais efetivas dos concorrentes e, a partir disso, absorver ações que podem ser replicadas em seu negócio.

Gostou da ideia? Então, confira este post para entender o conceito mais detalhado desse mecanismo estratégico e como colocá-lo em prática aí na sua corporação a fim de que seu negócio obtenha o maior quadro de vantagens possível. Boa leitura!

O que é o benchmarking?

O benchmarking é uma ação estratégica que visa estudar quais medidas têm sido usadas e gerado bons resultados para os seus concorrentes. Em suma, por meio desse recurso você consegue analisar as empresas que pertencem ao mesmo ramo que a sua e extrair procedimentos que deram certo por lá, podendo aplicá-los na sua entidade.

Essa tática utiliza as referências e a comparação como pontos de partida. Assim, empresários, gestores e os funcionários de vendas e operações buscam parâmetros para, também, notar como tem sido o desempenho da própria organização e em quais áreas é possível alcançar melhores resultados.

Porém, convém destacar que não se trata de uma simples cópia de ações. Na verdade, esse processo envolve a interpretação e a visão analítica de quem está observando os fatores de impacto de outra organização.

Além disso, é preciso ter sabedoria para compreender o que os dados alheios têm a dizer.

Como fazer benchmarking?

Pense que você é dono de uma empresa de eletrônicos. A situação do seu negócio não é das melhores, dada o baixo nível de vendas e de fidelização de clientes. Acontece que, tem uma outra empresa cujo porte é bem semelhante à sua e que tem feito grande sucesso, batendo metas e alcançando grande retorno financeiro, a fidelização de consumidores e muito mais.

Frente a esse cenário, uma medida acertada é fazer o benchmarking para conseguir entender como essa outra empresa tem se saído tão bem e, especialmente, como você consegue gerar resultados similares no seu negócio. Para tanto, você vai precisar seguir os passos a passos elencados abaixo; veja quais são eles:

1. Selecione 3 concorrentes

Como essa ferramenta utiliza das experiências de outros negócios, o primeiro passo é selecionar algumas empresas para analisar.

Nesse sentido, cabe destacar que não é recomendado fazer uma seleção extensa e genérica, haja vista que isso acarretaria um distanciamento do objetivo da medida.

Com isso, escolha os seus concorrentes considerando os seguintes pontos:

  • Selecione, no máximo, 3 concorrentes;
  • Eles precisam ter semelhança com o seu negócio e, de preferência, atuarem no mesmo segmento que o seu;
  • O desempenho deles precisa ser bom e gerar resultados consideráveis.

2. Faça uma pesquisa de campo

Com os 3 negócios que funcionarão como inspiração “em mãos”, é hora de levantar a maior quantidade de dados possível. Por isso, utilize as ferramentas que indicam a performance dessas empresas e compre produtos para testar e avalie os serviços prestados.

Outra excelente maneira de obter os dados é checando as mídias sociais, como Instagram, Facebook, site e blog, sempre checando comentários e avaliações. No momento de colher informações, é essencial ter uma visão holística, pois todo conjunto de dados pode apresentar uma lição importante.

Assim, extraia ideias baseadas desde os números obtidos até a imagem da instituição.

3. Estabeleça os indicadores de análise

Você pode otimizar esse processo criando um arquivo e fazendo o preenchimento dele por meio dos dados levantados. Nesse documento, elenque quais são os principais pontos que você deseja entender das organizações.

Se, por exemplo, você busca compreender como elas têm preparado as ações de marketing para as datas comemorativas, inclua esse tópico. Caso você intente observar como tem sido o desempenho nas redes sociais, também adicione essa questão e vá fazendo isso com todos os assuntos que julgar necessário.

Para ficar mais fácil, faça a seguinte pergunta para si mesmo: “O que eu quero descobrir em relação à atuação da empresa X, Y e Z que faz sentido para a minha organização?”

5. Interprete os dados e faça comparações

Depois de colher as informações, você precisa interpretá-las. Para isso, não perca da mente o porquê você está analisando outras empresas, ou seja, para extrair boas práticas para o seu próprio negócio!

Com isso, liste todas as medidas que considerar válidas e entender que foram determinantes para a obtenção de sucesso dos concorrentes.

Imagine que você é dono de uma rede de franquia de comida árabe e na sua cidade existe um concorrente menor, porém de peso que tem vendido mais que a sua empresa. Ao analisar as informações e experimentar os produtos, você percebe que os ingredientes utilizados pelo concorrente possuem mais qualidade que os seus, além disso, checa que a atuação nas mídias digitais são bem mais ativas que nas suas.

Diante desse contexto, é importante já ter as informações que precisam para implantar mudanças, porque além de colher as informações e interpretar os dados, você também já comparou com o seu negócio.

6. Analise os pontos altos e baixos

Por fim, não deixe de considerar também os pontos negativos porque como dissemos logo no início do artigo, você também pode aprender com os erros e o mais importante disso é que você consegue evitar prejuízos por meio dessa conduta.

Recomendamos, portanto, que você liste os pontos altos e os baixos de todas as medidas que julgou importantes. Tendo esse material, ficará mais fácil determinar o que deve se adequar melhor ao seu empreendimento e estabelecer um grau de relevância e prioridade.

Veja também: Quais conteúdos investir para as redes sociais?

Quais os benefícios do benchmarking?

As principais vantagens do benchmarking são:

  • Identificação dos pontos que favorecem os concorrentes e de fórmulas de sucesso;
  • Atualização de novas práticas e estratégias;
  • Recebimento de mais referências e formação de um arcabouço de ideias;
  • Comparar e reconhecer quais são os aspectos que precisam de melhoria no seu próprio negócio;
  • Aprimorar processos internos;
  • Reduzir custos e evitar prejuízos.

Pois bem, agora que você sabe o que é benchmarking, quais são as vantagens de utilizá-lo e como colocá-lo em prática, que tal começar a utilizar no seu negócio a fim de alavancar os seus resultados? Aqui, no blog da Actionpay, você encontra vários conteúdos ricos que também podem te ajudar, por isso, não deixe de conferir. Até a próxima!

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2
janeiro

Briefing: saiba o que é e como montar um do zero

Quando você está diante de um projeto, saiba que um passo prévio, simplesmente, indispensável é a elaboração de um briefing, ou seja, o documento no qual vão constar todas as informações acerca do que você deseja criar.

Por meio dessa ferramenta, é possível registrar as mais variadas ideias e os dados mais relevantes a fim de organizá-los de maneira ordenada e distribuí-los para funcionar como uma espécie de manual de instrução.

Esse é, sem dúvidas, um dos pontos que não podem ser negligenciados se você deseja alcançar sucesso nos seus planos. Se interessou? Então, confira o post que nós preparamos para te explicar tudo sobre o assunto!

Afinal, o que é briefing?

Sem rodeios, quando estamos falando de briefing, estamos nos referindo a um documento em que são anotados e compilados os principais dados a respeito de um projeto. Depois de ser elaborado, ele funciona como um mapa por meio do qual as pessoas poderão se guiar para executar cada fase do plano.

As principais informações que estarão contidas nele são:

  • Dados sobre a empresa, o segmento em que atua e a concorrência;
  • Exigências do cliente e informações detalhadas sobre a marca;
  • Público-alvo, persona, stakeholders e tom de comunicação;
  • Objetivos que se deseja alcançar com o projeto;
  • Benchmarking (empresas que são admiradas e servem como inspiração);
  • Budget indicando a média de valores que a corporação deseja investir;
  • Prazos e cronograma.

Pense, por exemplo, que uma agência de marketing ficou responsável por elaborar uma campanha de páscoa para uma doceria. Pois bem, por intermédio do briefing, a agência vai incluir todas essas ideias e, depois, quando ela forem ser executadas, não será necessário ficar consultando a doceria a fim de saber informações ou solicitar esclarecimento — exceto, claro, se for necessário e não constar no documento.

Veja também: Como aumentar as vendas por meio do branding!

Qual é a importância do briefing?

O briefing é um material é rico e pode ajudar com os seguintes pontos:

– Organização

A principal função desta ferramenta é tornar o processo de criação do projeto o mais ordenado possível. Assim, fica mais fácil de distribuir as tarefas para diferentes equipes, bem como centralizar os dados mais relevantes em uma única fonte de consulta;

– Alinhamento e prevenir o retrabalho

O problema de comunicação com o cliente é um dos fatores que mais atrapalham a boa execução de qualquer projeto. Além disso, também é a causa de retrabalho. Com o briefing, as informações estarão alinhadas à expectativa do cliente e poderão dar suporte para o desempenho acertado das tarefas sem que seja necessário refazê-las;

– Tomada de decisão

Como mencionamos, a partir dessas informações, é possível ter uma fonte de consulta que fornecerá os dados necessários à tomada de decisão, sem que seja preciso recorrer ao cliente. Isso gera maior eficiência para o cumprimento do plano de ação;

– Economia de tempo

A redução do tempo que seria gasto caso os dados não estivessem compilados também é fator a ser considerado. Isso porque, com o prazo estando presente expressamente no documento, é possível tornar os processos mais ágeis e direcionados, aumentando a produtividade e entregando o projeto na data certa;

– Conexão com o cliente

Para que o briefing seja elaborado, é indispensável que haja um diálogo entre a empresa e o cliente a fim de colher as informações necessárias. Consequentemente, os indivíduos responsáveis pela execução vão ter a oportunidade de conhecer melhor a marca, a sua história e os seus pormenores e, dessa forma, terão um arcabouço maior para a realização do trabalho.

Você também vai gostar de ler sobre: como converter leads em clientes!

Como montar um bom briefing?

Agora que você já sabe o que é um briefing, bem como qual é a sua importância para a realização de projetos, convém entender melhor como colocá-los em prática. Para isso, elencamos os principais passos. Confira!

No dia da reunião para criação do briefing, você vai precisar:

1. Elencar dados das partes envolvidas

Comece anotando o nome do cliente, uma breve descrição do projeto a ser executado e a data de entrega. Além disso, anote também o nome do funcionário do cliente que ficou responsável por suprir eventuais demandas, considerando que é ele quem você precisará se dirigir frente a uma necessidade.

2. Saber mais sobre a história do cliente

Nesse momento, é importante que você peça ao cliente que conte como a empresa surgiu, qual a missão, o propósito e os valores que norteiam o seu exercício, o que é comercializado, como são feitos os processos e as demais informações que podem servir para inspirar e guiar as equipes posteriormente.

3. Listar dados sobre o ramo

Não deixe de incluir tópicos a respeito daquilo que o cliente sabe e pode passar sobre o segmento no qual atua, quais são os seus principais concorrentes, o que não pode ser abordado e o que deve ser tratado considerando o tipo de atividade.

4. Compilar informações acerca do público-alvo

Colha informações a respeito do público-alvo, da persona e de stakeholders porque com essas questões em mãos, será possível assumir uma forma de comunicação assertiva. A grande pergunta que deve ser feita e, de modo consequente, nortear o projeto é: para quem se dirige essa ação?

5. Cheque o tom de voz da empresa

Aqui, você precisa anotar como a marca pretende se comunicar, se é de uma forma mais formal, descontraída, com gírias da internet ou mais séria, entre outros. Ademais, também é necessário esclarecer termos que podem ser mencionados ou não e ações que podem ser feitas ou não.

6. Detalhe o projeto

E, enfim, é hora de incluir a maior quantidade possível de informações sobre o que precisa ser feito. Assim, se é uma arte, uma propaganda, uma página de vendas, uma série de conteúdos para redes sociais, uma ação gravada, entre outros.

Anote os pormenores e antecipe dúvidas que podem surgir depois, na hora da execução.

Bem, neste post você pôde perceber que o briefing é documento de extrema valia para o desenvolvimento de projetos com importante papel no sucesso deles. Seguindo o passo a passo preparado pela Actionpay, você terá em mãos um modelo de briefing a ser feito e utilizado, independentemente do que você vai fazer.

Gostou? Então, continue acompanhando o blog e conferindo os nossos conteúdos. Até mais!

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27
dezembro

Como os influenciadores digitais fazem anúncios? Entenda!

Quanto mais o meio digital foi crescendo, mais ramos surgiram, ampliando as possibilidades de atuação profissional. E, dentre as novas profissões que imergiu nos últimos anos, o influenciador digital é das mais visadas atualmente.

Os primeiros atuantes nesse ramo iniciou fazendo sucesso no YouTube, migrando depois para outras plataformas que ganharam força nos últimos tempos.

E, conforme outras redes sociais foram se aprimorando, mais espaço foi se criando para novas pessoas entrarem nesse meio, nascendo milhares de influenciadores digitais por todo o mundo. Com isso, foram ganhando mais espaço no mercado, principalmente para trabalhos de publicidade e marketings para grandes marcas.

E, se você é mais um que deseja tornar-se um influenciador digital, a Actionpay separou alguns pontos essenciais para você entrar nesse ramo. Confira!

Como os influenciadores digitais atuam?

Os influenciadores atuam por meio das redes sociais, gerando conteúdo visando o engajamento em diversos gêneros distintos — impactando milhares de usuários de alguma maneira.

Desse modo, quanto mais conteúdos relevantes e pertinentes para os seguidores, maior será a influência, garantindo maior visibilidade para sua atuação dentro das mídias.

Geralmente, cada influenciador atua em um nicho bem específico, moda, comédia, viagem, culinária, lifestyle, entre tantos outros possíveis.Assim, ele pode escolher focar mais em um ramo principal e gerar conteúdo em múltiplas plataformas.

Além disso, hoje em dia, os influenciadores são uma peça chave para o marketing de influência. Muitas empresas os contratam e fecham parcerias para divulgarem seus produtos e aumentarem sua conversão.

Confira mais sobre o que é marketing de influência e qual sua relevância!

Como se tornar um influenciador? Em quais redes atuar?

Para se tornar um bom influenciador digital, você deve pensar em um conteúdo relevante para disponibilizar para o público. Por isso, escolha o nicho que mais tem a ver com seu perfil, algo que você domine e consiga elaborar conteúdos para sustentar a sua frequência de publicações.

Então, deixe de lado assuntos genéricos, o famoso mais do mesmo. E, claro, escolha um conteúdo que você se sinta bem em produzir, algo que você goste de falar ou mostrar para os usuários!

As redes sociais mais utilizadas ultimamente são: YouTube, Instagram, Facebook e TikTok — há também outras redes muito conhecidas, entretanto, que vem perdendo seus seguidores lentamente, não compensando focar mais tanto, como o Snapchat.

– YouTube

Essa é uma das plataformas mais antigas, de onde surgiram os primeiros influenciadores digitais. Esse é um ramo para quem produzir muito conteúdo de vídeos, boa parte deles, mais longo, podendo ser de algum assunto bem específico e geralmente, com vídeos mais longos e explicativos.

– TikTok

O TikTok é uma rede que aborda vários segmentos, mas de forma mais leve e rápida, com assuntos relevantes, descontraídos e as famosas dancinhas do aplicativo! Com isso, você deve ter um roteiro muito bem estruturado e com falas que chamem a atenção do usuário — que o prenda no vídeo até o final!

Além disso, os efeitos e transições também são muito válido, cada vez mais os usuários estão mais exigentes com os vídeos que assistem.

– Instagram

Com certeza quando falamos em influenciadores digitais, essa é a primeira rede que vem a mente, não é mesmo? E não é por menos, nessa rede social, a cada ano que passa, traz mais funcionalidades ao usuário, se tornando cada vez mais completa.

Se você decidir entrar nesse tipo de influenciador, não deixe de conferir sobre o que é Insights no Instagram!

Qual a relação do influenciador digital com a publicidade?

Quando um influenciador é relevante, com um número alto de seguidores, acaba sendo bastante procurado para fazer trabalhos de publicidade, visto que muitas marcas entendem esse tipo de divulgação um ótimo mecanismo de propaganda.

Dessa forma, muitas marcas se tornam conhecidas por meio de influenciadores que fazem com que as mesmas tenham um caminho mais fácil na hora de batalhar para conquistar um novo público.

Boa parte das marcas procuram influenciadores com um perfil condizente com o que vendem, assim, se o perfil do influenciador tem uma ligação com a decoração, boa parte das parcerias quase sempre envolvem empresas que vendem móveis ou artigos de decorações. Já para um influencer especialista em maquiagens, é comum ver parcerias com grandes marcas de produtos de beleza.

Assim, quanto mais definido por seu ramo — mais parcerias você pode conseguir!

Dessa maneira, quando uma parceira é fechada, o produto ou serviço será mostrado no perfil por meio de publicações diversas, comprovando a eficácia e o bom resultado.

Leia mais: como fazer mais anúncios digitais?

Viu só? Um influenciador digital, com um nicho bem definido, pode fechar ótimas parcerias, ajudando a marca e, ao mesmo tempo, seu perfil a crescer cada vez mais, interagindo ainda mais com seu público, recebendo mimos e até mesmo cachês por esse trabalho.

Esperamos que tenha gostado e aproveitado esse conteúdo e, para mais dicas e tópicos sobre redes sociais e como deslanchar nelas, — continue seguindo o blog da Actionpay! Até a próxima!

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26
dezembro

O que é AIDA? conheça essa poderosa estratégia de persuasão!

Em um mercado cada vez mais competitivo, o que não faltam são pessoas tentando vender a maior variedade de produtos aos consumidores. E, por falar em consumidores, também precisamos considerar que o seu comportamento de compra vem sofrendo alterações consideráveis conforme ocorrem mudanças sociais, econômicas e culturais.

Diante desse cenário, mais do que tentar vender, é preciso vender da forma certa. Isso porque existe uma diferença gigantesca entre aqueles que tentam vender e aqueles que realmente conseguem. E, quando falamos em venda, englobamos produtos, serviços, conteúdos, ideias, dentre outros.

Quem deseja fazer parte do segundo time, precisa, necessariamente, contar com estratégias que fomentem a persuasão e consigam nutrir leads, convencendo o público sobre, até mesmo, aquelas necessidades que nem ele sabia que tinha.

O método AIDA pode te ajudar a conseguir isso por meio de 4 passos básicos. Ficou interessado(a)? Então, continue lendo este conteúdo que preparamos especialmente para você que deseja vender mais e melhor. Confira!

Afinal, o que significa AIDA?

AIDA é o acróstico para os termos em inglês Attention, Interest, Desire e Action. Quando traduzidos para o português, temos que a metodologia representa a atenção, o interesse, o desejo e a ação, respectivamente.

Trata-se de uma técnica de marketing cujo objetivo é guiar o usuário pelo funil de vendas até a sua chegada na concretização da compra. Por meio dela, é possível captar a concentração, gerar curiosidade e desejo e, em seguida, estimular a ação do cliente. Consequentemente, você auxilia e convence os consumidores a adquirirem o que você está vendendo.

Ao utilizar esses componentes, é como se você ajudasse o usuário com aquele empurrãozinho básico e o direcionasse pelo caminho da tomada de decisão mais acertada. E, muito embora seja amplamente utilizada na escrita, a AIDA também pode ser usada em discursos falados por se tratar de uma técnica extremamente versátil.

Você pode, por exemplo, utilizá-la para criar páginas de vendas, para divulgar produtos nas redes sociais, para produzir conteúdos, para preparar pitch de vendas, fazer apresentações orais e mais. Em suma, sempre que você precisar se comunicar, se conectar e convencer uma pessoa, você poderá se valer da AIDA.

Como surgiu o modelo AIDA?

Apesar desse método ter se popularizado atualmente, a sua criação data de 1899. O responsável pelo seu desenvolvimento foi Elmo Lewis, um norte-americano especialista em vendas e publicidade, cujo objetivo era facilitar o processo de vendas, considerando que, naquela época, as publicidades eram feitas em formatos bem diferentes que os de hoje.

Assim, como não existiam as mídias virtuais, as vendas eram feitas em anúncios e materiais impressos e para torná-los mais atrativos e fazer com que as pessoas lessem essas divulgações. Então, Lewis entendeu que existia um caminho a ser percorrido para chamar a atenção, orientar o indivíduo a respeito do que estava sendo vendido e, apenas depois disso, conduzi-lo à compra.

Primeiro, o publicitário destacou os três pontos iniciais da fórmula e só posteriormente, o quarto (a ação) foi incluído. Com o tempo, ela foi aperfeiçoada e, hoje, é utilizada para atrair leads e fidelizar clientes.

Quais são as 4 etapas do modelo AIDA?

Por meio dessas etapas, é possível se conectar com o público que você deseja alcançar e promover uma comunicação muito mais assertiva.

Além disso, existe um respeito pelo momento de compra dos consumidores, evitando que a abordagem de divulgação seja invasiva e afaste o cliente logo de cara. Por isso, entenda o que precisa ser abordado em cada um dos pontos, a seguir:

1. ATENÇÃO: gere impacto

O primeiro passo é chamar a atenção do cliente para que ele possa conhecer a sua marca ou produto. Para tanto, é preciso causar impacto. Sem isso, a atenção do cliente será direcionada para outras artefatos, principalmente, para os seus concorrentes.

Neste ponto, convém trabalhar de maneira ágil e eficiente para causar uma boa impressão, sem a devida valorização desse primeiro contato, os demais não serão estabelecidos.

Por isso, considere o perfil do seu público, sua localização e, especialmente, qual é o tipo de abordagem — se será uma página de vendas, um conteúdo para as redes sociais ou um anúncio no YouTube, e-mail marketing, por exemplo. Para qualquer das opções, o elemento-chave é usar e abusar da criatividade.

2. INTERESSE: desperte a curiosidade

Após captar a concentração, é necessário mantê-la. Para que isso ocorra, é imprescindível gerar interesse no consumidor e isso apenas vai acontecer se você evidenciar que pode oferecer algo útil, relevante e agregador para o cliente.

Trabalhar em prol disso vai exigir que você conheça a dor ou a necessidade do seu público e traga uma solução para ela. É muito comum abordar perguntas no primeiro tópico e se esse foi o seu caso, convém trazer a resposta no segundo item.

Dados, pesquisas, tendências e demais fatos que validem o que você está explorando é uma excelente forma de gerar o interesse e imprimir argumentos que possuem enorme chance de convencer o cliente a seguir para o próximo passo.

3. DESEJO: fale das qualidades do que você está vendendo

Já deu para perceber que são atos sucessivos, não é mesmo? Pois bem, aqui, o que você precisa é discorrer acerca dos pontos positivos daquilo que você está anunciando.

O intuito dessa etapa é mostrar para o consumidor que além de gostar do que está lendo ou ouvindo, ele precisa disso para a sua vida e como é possível conseguir. Nesse momento, o usuário poderá comparar a sua marca com outras. Por isso, destaque os benefícios que só você pode oferecer para ele.

4. AÇÃO: aja intencionalmente

E, enfim, a cereja do bolo!

Agora é hora de otimizar o processo de compra ou de adesão. Dessa forma, você precisa frisar de modo simples e direto o que o cliente precisa fazer para adquirir ou aderir ao que está sendo divulgado.

Uma ótima estratégia é recorrer a gatilhos mentais para que ele reaja ao estímulo e interaja com você. Ainda, usar um CTA (Call to Action) atrativo também é uma técnica que rende bons resultados.

Quais os benefícios dos modelos AIDA para a empresa?

Compreendido o conceito e a aplicação prática da metodologia AIDA, cabe salientar quais as principais vantagens que a sua empresa pode alcançar ao utilizá-la. Algumas delas são:

  • Os conteúdos serão produzidos de forma muito mais eficiente;
  • A propaganda será preparada e direcionada ao público certo;
  • Haverá maior aproximação com o consumidor e, também, serão estabelecidos parâmetros mais sutis de conexão entre a empresa e o cliente;
  • Será evidenciado que existe um respeito pela jornada do usuário;
  • Poderá haver o aumento das interações e, consequentemente, das vendas;
  • Os custos com a captação de novos clientes poderá ser reduzido, entre outros tantos.

Agora que você está por dentro do que é a AIDA e de como colocá-la em prática no seu negócio, que tal começar a aplicá-la agora mesmo?! Aqui, no blog da Actionpay, você encontra mais conteúdos que, sem dúvidas, vão te ajudar nessa missão. Até a próxima!

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26
dezembro

Perfil profissional no Whats: como usar o WhatsApp business?

O WhatsApp se tornou uma ferramenta de comunicação amplamente utilizada no mundo todo, permitindo que a interação entre pessoas se estreitasse quase que instantaneamente. Tanto no Brasil como em outros países, hoje, estima-se que mais de 2 bilhões de usuários utilizem a ferramenta ao redor do mundo. Com toda essa popularização, obviamente, o WhatsApp começou a ser utilizado como ferramenta comercial.

Pensando nisso, a Actionpay trouxe alguns tópicos para você entender melhor o que é o WhatsApp profissional e como utilizá-lo a seu favor. Continue na página e aproveite a leitura!

O que é o WhatsApp Business?

O WhatsApp Business é uma conta profissional, desenvolvida exclusivamente para fins corporativos. Ele apresenta funções únicas que auxiliam tanto o comerciante quanto o cliente, mostrando as seguintes informações:

  • localização;
  • ramo;
  • descrição;
  • mensagens automáticas;
  • horário de funcionamento;
  • estatísticas de ações;
  • site;
  • tags para dividir os contatos;
  • e-mail.

E outra funcionalidade que a ferramenta apresenta é a vitrine, onde é possível colocar fotos dos produtos ou serviços que presta, informar os preços, realizar uma descrição mais completa, sendo possível esclarecer diretamente para o cliente, sem a necessidade de contato.

Confira tudo o que você precisa saber sobre anúncios digitais!

O que colocar no perfil profissional do WhatsApp?

O ideal é preencher todos os campos possíveis, afinal, quanto mais informações forem repassadas para o cliente, melhor. Ou seja, além desses tópicos listados acima, faça uma boa descrição e utilize uma foto de perfil de qualidade para sua conta profissional do WhatsApp.

Como criar uma conta no WhatsApp profissional?

O processo de criação é simples e rápido, mas se atente: há dois modelos de contas. Mas a sua criação segue o mesmo passo a passo, veja:

  • Entre no App Store ou Google Play Store;
  • Baixe o aplicativo “WhatsApp Business”;
  • Abra o app;
  • Clique em concordar e continuar;
  • Permita acesso a fotos, contatos e arquivos;
  • Insira e verifique se o número está correto;
  • Pronto, conta criada.

Além disso, caso você utilize o WhatsApp tradicional, você consegue importar seus contatos do antigo para o Business, sem perder seus contatos, conversas e mídias.

Leia mais: como fazer lives para divulgar seu produto!

Agora que já sabe como criar a sua, confira como elas se configuram:

Conta comercial regular:

Assim que o perfil Business é criado, todas as contas estarão nessa modalidade. Com a opção de virar oficial após alguns passos de verificação — entretanto, não depende de você.

A conta regular também conta com todos os recursos ditos acima, com todas as informações e funcionalidades. Entretanto, na conta regular, o usuário não é verificado pelo WhatsApp, desse modo, muitas pessoas podem ficar com o pé atrás quando entrarem em contato.

Conta comercial oficial:

Na conta oficial, ela é verificada pelo próprio aplicativo, garantindo maior segurança e pertencimento a uma marca real — agradando mais o público e permitindo menos dúvidas sobre a identidade da empresa. Assim, uma conta oficial terá um símbolo verde ao lado do nome, no cabeçalho das conversas.

Entretanto, para tornar sua conta oficial, não depende de você. Os selos são dados pelo próprio WhatsApp, com base em critérios deles — não divulgados. Mas você pode solicitar uma análise.

Como o WhatsApp Business pode ser utilizado para aumentar as vendas?

Para gerar mais rendimentos pelo WhatsApp, é essencial você seguir alguns passos — que serão fundamentais para a conversão! Confira 5 dicas que fazem a diferença:

1. Divulgue seu WhatsApp:

Divulgue seu WhatsApp com um link de direcionamento, isso facilita muito! Principalmente porque muitas pessoas não gostam de entrar em contato com empresas por outras redes, ou ainda, não gostam de salvar o contato no celular.

2. Lista de transmissão:

A lista de transmissão permite que você envie a mesma mensagem para diversos clientes (até 256 contatos), dessa maneira, você passa informações, promoções e muito mais, com muito mais facilidade. Assim, sempre que alguém entrar em contato, salve o contato e adicione a essa lista.

3. Utilize tags:

As tags são marcadores no próprio aplicativo, é uma ótima função para você dividir seus contatos por categorias, por exemplo, o que é cliente, fornecedor, funcionário — você escolhe a cor e o nome dessa tag. Fique livre para utilizá-la da melhor forma para você.

4. Confira as estatísticas:

Outra funcionalidade que ajuda a acompanhar seu desempenho é analisar as estatísticas do aplicativo, como: mensagens enviadas, entregues, quantas foram lidas por clientes. Para você encontrar essa função:

  • Clique nos três pontos no lado direito superior;
  • Vá em “Configurações”;
  • “Configurações da empresa”;
  • Clique em “Estatísticas”.

5. Envolva seu cliente:

Por último, envolva seu cliente quando entrar em contato, busque entender sua dor e o que precisa, buscando solucionar seu problema e apresentar seus produtos/serviços da melhor forma possível.

Se você também trabalhar com o Instagram para publicações e vendas. Confira nosso post: como montar um Instagram profissional!

Viu só? Se você tem um estabelecimento comercial, é ideal que você utilize essa ferramenta a seu favor, ela vai facilitar muito, principalmente passando as principais informações, como horário de funcionamento e com as mensagens automáticas.

Esperamos que tenha gostado desse conteúdo e entendido mais sobre essa função do WhatsApp! Para mais dicas de aplicativos — continue seguindo o blog da Actionpay! Até a próxima leitura!

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21
dezembro

Guia completo: como fazer nota fiscal eletrônica

Realizar a emissão de uma nota fiscal eletrônica é de responsabilidade obrigatório dos estabelecimentos em qualquer tipo de transação realizada, para recolher tributos sobre as operações do local. Além disso, também é uma ótima forma de conseguir ter um controle de entrada e saída no faturamento empresarial.

Para emitir a nota fiscal é necessário um passo a passo que conta, muitas vezes, com itens um pouco mais complexos que podem deixar várias pessoas na dúvida. Por isso, a Actionpay separou um guia completo para te ajudar nesse momento de emissão da nota fiscal eletrônica. Continue a leitura e entenda como fazer:

Como emitir uma nota fiscal para o cliente?

A nota fiscal eletrônica (NF-e) é a mais comum, são utilizadas para empresas do comércio e com elas é possível pagar o ICMS. Entretanto, para começar a emitir notas fiscais, é necessário seguir e realizar alguns protocolos para que tudo saia corretamente.

Aproveite e leia também: trabalhar como afiliado vale a pena?

– Adquira um certificado digital

Para que a nota tenha validade, é necessário passar por uma validação feita pela asseguradora, utilizando a assinatura digital da empresa contratada (a emissora do documento) e autorizada pela Secretaria da Fazendo (SEFAZ).

Essa assinatura funciona para pessoas jurídicas como se fosse uma assinatura que garante autenticidade a essa transação. No site ICP-Brasil, você consegue encontrar uma lista completa das empresas autorizadas para realizarem esse serviço.

– Cadastro fiscal junto ao governo

Além disso, para conseguir fazer a emissão da NF-e, você precisa fazer um cadastro fiscal junto ao governo para obter a autorização necessária do órgão responsável. Nesse meio, você pode precisar tirar uma para comércio e serviços.

  • Credenciamento de empresas de comércio:
    Esse procedimento pode variar de acordo com cada região, o ideal é procurar desde o início um contador para te ajudar nesse processo de legislação local, assim, você tem uma garantia de que tudo saia como planejado.
  • Credenciamento de empresas prestadoras de serviço:
    Para realizar serviços, você também vai precisar fazer um cadastro junto à prefeitura, para emitir a NFS-e, que seria a nota de serviço (mão de obra).

No site da prefeitura é possível realizar um credenciamento e, na hora de apresentar, é necessário levar os seguintes documentos: número de protocolo para obter a senha, via original do CPF e documento de identificação e dos atos constitutivos da pessoa jurídica.

Feito isso, se estiver tudo correto, a senha será bloqueada e um e-mail é enviado liberando o acesso ao sistema para gerar notas.

Aprenda como converter leads em clientes para a sua empresa! Não deixe de conferir depois!

– Escolha o emissor de NF-e

Com a autorização liberada, é a hora de escolher o emissor da NF-e, dessa forma, o empreendedor tem duas opções: utilizar o método gratuito do Sefaz (NF-e) e/ou o da prefeitura (NFS-e), ou entrar em contato com um emissor próprio e integrado ao sistema do governo.

Por mais que seja disponibilizada a versão gratuita pelo governo, ele apresenta o problema de não ser integrado ao sistema da empresa, deixando com muitas limitações, como a de precisar digitar dados todas vezes que necessitar utilizá-lo. Visto isso, o ideal é que se utilize um emissor pago. No mercado, você consegue encontrar vários, muitos deles, contam com um ótimo custo-benefício.

– Comece a emissão das notas fiscais

Com a autorização, certificado digital e com um emissor, você já consegue iniciar o processo de emissão das notas fiscais eletrônicas. E sempre verifique seus dados, para que tudo fique certo e não tenha nenhum problema posteriormente.

O que é necessário para emitir nota fiscal de serviço?

Feito o seu credenciamento na prefeitura, começar a emitir a nota fiscal de serviço é um processo bem simples. Você precisa acessar o site da prefeitura, fazer o login, buscar pela seção de emissão de Nota Fiscal de Serviço Eletrônica (NFS-e) e preencher o documento com os dados necessários.

Verifique se os dados estão corretos, caso contrário, é necessário cancelar e realizar a emissão novamente. Se estiver tudo certo, basta finalizar o processo.

Vale lembrar que cada prefeitura tem uma numeração diferente e apresenta diferenças de valores que variam de cidade para cidade, visto que é ela quem determina a alíquota do imposto para cada tipo de serviço realizado.

Dessa forma, antes de tudo, você deve entrar em contato com a prefeitura para ter acesso a essa lista ou, em algumas cidades, você consegue encontrá-la on-line.

Além disso, os métodos de emissão das notas fiscais variam de emissor para emissor, cada uma conta com diferentes funcionalidades e benefícios em seus aplicativos, com versões das mais básicas até as mais completas.

Portanto, a emissão de notas fiscais é algo obrigatório para todas as empresas e necessária também para mensurar seus lucros e serve de garantia pelo serviço que foi prestado, tanto para a empresa quanto para o cliente, que pode precisar usar para garantir a garantia de um produto que adquiriu.

Esperamos que você tenha tirado suas dúvidas com esse post sobre o que é necessário para emitir a NF-e. Para saber mais assuntos interessantes, continue acompanhando o blog da Actionpay!

Não deixe de conferir: quero ter um e-commerce e agora? Até a próxima!

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21
dezembro

Como usar o Instagram para vender? Entenda com a Actionpay

Confira como utilizar o Instagram para vender mais em 10 passos!

O aplicativo do Instagram vem se tornando cada vez mais uma ferramenta de venda, tornando-se uma aliada para qualquer pessoa que comercializa produtos na internet!

Utilizar a plataforma para postar fotos, interagir com o público, mostrar os benefícios dos seus produtos e as novidades são ações que fazer com que suas vendas cresçam ainda mais.

Pensando por esse viés, entender como realizar como a ferramenta funciona é fundamental para atingir seus objetivos com ela. Então, decidimos elencar 10 passos para te ajudar a entender como utilizar o Instagram a seu favor. Confira!

1. Tenha um perfil comercial e capriche:

Para você entender melhor como está o desenvolvimento e engajamento do seu perfil, é necessário que sua conta seja um perfil comercial, dessa forma, você consegue verificar todas as métricas, e conferir se está alcançando bons números ou precisa mudar a estratégia.

Além disso, uma boa bio pode fazer a diferença, coloque uma boa descrição, sobre a loja, contato e e-mail. E, além disso, cadastre seus produtos no aplicativo, na parte do shopping, com isso, a visualização fica muito mais simples!

2. Publicações com boa qualidade de imagem e conteúdo

Tenha em mente utilizar a máxima qualidade, seja para imagens, vídeos ou reels e, claro, nos stories também.

Além disso, a conta deve ter um conceito por trás, o que sua marca quer transmitir ao usuário, ou seja, a sensação que leva a ele. Para isso, procure um visual que se encaixe com o produto que está vendendo. Mostrar o processo do produto, quando está sendo feito, ajuda a movimentar a conta, embalar para enviá-lo também.

3. Crie legendas completas e criativas para o Instagram

Com o conteúdo de imagem ou vídeo bem definido, criar uma boa legenda faz a diferença, mostre as informações necessárias, os atrativos do produto e aproveite todo o potencial para chamar a atenção do usuário para possibilitar a venda.

  • textos completos, porém, curtos;
  • linguagem simples;
  • não use termos ambíguos;
  • utilize 5 ou 6 hashtags a cada publicação;
  • utilize uma hashtag exclusiva da sua marca.

4. Planejamento de publicações ajudam a vender mais

Tenha um calendário bem definido, isso ajuda a deixar a conta mais definida e a conquistar mais o público, ou seja, defina o dia e horário para publicar.

Um erro que muitos perfis cometem é publicar tudo em um dia, com poucos minutos de diferença e depois ficar dias sem postar — evite isso!

5. Faça sorteios no Instagram

Para agradar seus seguidores e conquistar ainda mais, invista em sorteios! Ao utilizar essa estratégia, defina regras para participarem do sorteio, geralmente seguindo a página e marcando pessoas, desse modo, muitas dessas pessoas que não seguem a página podem se tornar seguidores, acompanhando a página e podendo se identificar com seus conteúdos.

6. Parcerias com influenciadores

Outra maneira de aumentar suas vendas por essa rede social é utilizar de parcerias com influenciadores da plataforma, mas sempre pesquise e analise bem antes de fazer uma proposta. Confira se o perfil da pessoa está parecido ou equivalente ao seu nicho de vendas, caso contrário, não fará muita diferença.

7. Anuncie pelo Instagram Ads

Esse é o método de realizar anúncios pagos na plataforma, ajudando a atingir ótimas métricas e atrair mais usuários para seguir seu perfil. Para essa ferramenta funcionar, você deve ter uma conta Business no Facebook vinculada ao Instagram.

8. Utilize os Stories a seu favor

Uma ótima maneira de aumentar a movimentação e interação com o seu perfil é utilizar os stories. Aqui, você pode utilizar a caixa de perguntas, fazer testes e muito mais interações disponíveis, com ele, você consegue ter um contato muito maior com o público e até mesmo perguntar o que eles querem ver do/sobre seu estabelecimento!

E, claro, não esqueça de manter imagens e vídeos com alta qualidade!

9. Invista no recurso da loja do Instagram

Como dito acima, colocar seus itens na loja faz a diferença e deve ser bem utilizado! Quando postar uma foto, utilize a tag para direcionar o usuário para a página de produtos, portanto — nunca esqueça de marcá-la!

10. Crie promoções e forneça cupons pelo Instagram

Um item que pode diferenciar o seu perfil é fornecer cupons para seus usuários. Utilize para queima de estoque, em datas comemorativas ou datas especiais. E, lembre-se, sempre faça as contas para saber a porcentagem de desconto que pode aplicar nos produtos!

Confira como montar um perfil profissional no Instagram

Esses são alguns passos que podem te ajudar a engatar e realizar mais vendas em sua plataforma. O Instagram é uma plataforma que vem crescendo cada dia mais, trazendo mais ferramentas para deixar a plataforma mais transacional, e provavelmente em 2023 traga ainda mais recursos para ajudar a plataforma a alavancar nesse quesito.

Portanto, fique sempre atento às novidades e saiba utilizá-las assim que entram em tendências! Esperamos que tenha gostado desse conteúdo, e para saber mais — continue acompanhando o blog da Actionpay! Até a próxima leitura!

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