4
Março

4 razões para investir em um Marketplace

Atualmente é quase impossível buscar por alternativas de compra online e não se deparar com produtos que são expostos em lojas virtuais e em variadas plataformas de marketplace. 

 

De acordo com uma pesquisa da UPS Pulse of the Online Shopper 2019, realizada pela PwC em parceria com a UPS, só no Brasil, 95% dos consumidores que compram online realizam o ato através do marketplace e cerca de 44,1% pretendem comprar mais produtos por esse tipo de plataforma. 

 

Isso acontece graças a segurança que o marketplace proporciona a quem o utiliza, não somente porque garante o pagamento seguro e o acompanhamento da entrega, mas também por proporcionar uma experiência de compra em que o consumidor entende que encontrou o produto com as melhores condições que deseja. 

Mas afinal, o que é um marketplace?

 

O Marketplace é como um shopping virtual. Existem diversas lojas que aparecem nesse shopping que, como em uma vitrine, expõe seus produtos, ofertas e benefícios. 

 

Quem se interessa por sua loja ou por algum produto que você vende abaixo poderá realizar a compra dentro desse espaço, sendo que a plataforma escolhida poderá arcar com o custo de envio, de meio de pagamento, entre outros trâmites operacionais.

 

Esses canais costumam aplicar o modelo CPA (Custo por Aquisição), ou seja, há uma porcentagem de comissão por venda realizada. A conta só é paga após o retorno de toda essa exposição que a plataforma realiza.

Tipos de Marketplace

Para que o marketplace esteja de acordo com seus objetivos de vendas, é muito importante saber quais são seus tipos e com qual público você deseja interagir. Entenda melhor abaixo em qual campo você se encaixa! 

 

  • Marketplace B2C – Business to Consumer; Empresa para Consumidor: a empresa está na plataforma vendendo diretamente para o consumidor final. Entre os exemplos de plataformas B2C estão: Amazon, Americanas.com; 
  • Marketplace C2C – Consumer to Consumer; Consumidor para Consumidor: Possibilita a venda entre pessoas físicas, garantindo suporte, entrega e pagamento. Neste caso, os exemplos de plataformas C2C são Enjoei, Uber, OLX e Airbnb.

Razões para investir em um marketplace

1. Baixo investimento inicial

Implantar seus produtos em um marketplace é contar que sua marca está online em uma plataforma que já possui estrutura para marketing, suporte operacional e logístico, oferecendo meios de pagamento variados com garantia de segurança em todo processo. 

 

Para quem está pensando em como abrir um negócio com pouco dinheiro, essa é uma das principais razões.

 

Inicialmente você só precisará ter estoque, capital de giro e gestão para acompanhamento do processo. 

 

É como se o marketplace realizasse a parte burocrática, que costuma gastar muito na fase inicial do investimento, enquanto você administra o capital e o desenvolvimento das linhas de produtos. 

 

2. Search – Visibilidade

 

Uma vez que você opta pela afiliação com os principais marketplaces do seu nicho, a visibilidade de sua loja aumenta graças ao grande número de acessos que essas plataformas possuem. 

 

O potencial de vendas é muito alto, pois você aparecerá para quem realmente se interessa pelo segmento em que você atua!  

 

3. Relacionamento e Fidelização com seus clientes

Assim como o Marketing de Afiliados trabalha promovendo a parceria através de experiências e recomendações de parceiros, os usuários que adquiriram seu produto através do marketplace serão capazes de ampliar as experiências a outros potenciais clientes do seu nicho.

 

O marketplace possibilita que você acompanhe o desenvolvimento das vendas, as principais queixas dos clientes e o que eles esperam de você nas próximas experiências de compra. 

 

4. Receita 

Como o produto está sendo anunciado em um canal de venda sólido e conhecido pelo consumidor daquele segmento, que provavelmente chegou lá por recomendações ou por direcionamento de suas pesquisas, a chance da conclusão da compra é muito maior.

 

Os investimentos iniciais são menores, o tráfego muito maior e ainda existe a possibilidade de manter a operação no marketplace e em seu próprio e-commerce caso o utilize.

Invista e venda muito mais

O marketplace conquistou fatias do mercado que anteriormente careciam de planejamento e de entendimento, em relação ao que o consumidor estava esperando das lojas que o interessavam.

 

Desta forma, também entendemos que esta plataforma trouxe à tona que, no final, o consumidor só precisa conhecer suas opções e sentir-se seguro com sua escolha. 

 

Independente da venda ser feita entre empresas ou entre consumidores, o importante é saber como deseja se situar e se esse meio funciona para você.

 

Não perca tempo, se essas razões fazem sentido para você, comece já a investir! 

 

Conteúdo produzido por Rebecca Marques | Equipe de conteúdo do Marketing para Indústria

 

 

 

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19
Fevereiro

A popularização do uso de cupom de desconto online no Brasil

O primeiro registro na história do uso de cupom de desconto foi em 1887 feito pela Coca Cola como ação de marketing. A ideia era imprimir em revistas um voucher onde as pessoas podiam recortá-lo e trocá-lo por um refrigerante nos stands de venda da bebida. A partir da década de 50, nos Estados Unidos, os cupons de desconto já eram oferecidos por supermercados e lojas de departamentos e metade da população já usava este benefício com frequência. 

 

Na cultura brasileira, apesar de sermos loucos por desconto, nunca tivemos o hábito de recortar cupons e trocar por produtos ou desconto em lojas físicas. Mas isso vem mudando com o surgimento dos cupons de desconto online.

 

Com o crescimento do ecommerce no Brasil, muitos varejistas online começaram a oferecer descontos através de vouchers online para atrair novos compradores e para fidelizá-los. Hoje, praticamente todos os grandes varejistas online possuem a opção de uso de cupons de desconto em suas páginas de finalização de compra. Com isso, os consumidores começaram a buscar por códigos promocionais no Google com mais frequência, o que resultou em um aumento de demanda e consequentemente sites de cupom de desconto.

 

“O uso de cupom de desconto se tornou uma estratégia eficaz para as empresas, pois a percepção do consumidor ao aplicar o cupom e conseguir visualizar o desconto gerado ao finalizar a compra gera uma satisfação maior do que oferecer o tradicional desconto no preço do produto.” – comenta Rogério Vairo, fundador da Eu Amo Cupons.

 

Somente pelo Google, são feitas cerca de 3.5 milhões de buscas todo mês com o termo 

“cupom de desconto” ou simplesmente “cupom” associado ao nome da loja. Estima-se que cerca de 9.5 milhões de brasileiros já tenham usado pelo menos uma vez um cupom de desconto online. Empresas como ifood, Rappi e Uber estão popularizando o uso de cupons no Brasil e consequentemente outras empresas se beneficiam com isso por tabela. 

 

Americanas, Submarino, Kabum, Marisa, C&A, Hering, Netshoes e Centauro são apenas algumas das milhares de empresas que usam esta estratégia para vender e fidelizar seus clientes. 

 

Mesmo que você seja um anunciante e não tenha uma margem alta para oferecer um cupom de desconto, tente utilizá-lo como um aliado para atingir algum objetivo de marketing: um cupom com um valor mínimo de compras pode ajudar a aumentar o seu ticket médio; um de frete grátis pode incentivar as pessoas de uma determinada região a comprarem; uma categoria específica pode alavancar as vendas daquele segmento e um para primeira compra pode incentivar a aquisição de novos usuários.

 

A Actionpay possui parceria com centenas de lojas online que fazem uso desta estratégia para aquisição de clientes. Marcas como Submarino, Amazon, Shoptime, Aliexpress, New Balance e muito mais. 

 

Se você tem um ecommerce ou trabalha em um e quer expandir a capacidade de vendas, o programa de afiliados é uma boa. Acesse nosso site para se cadastrar como anunciante e faça um teste conosco. O cupom de desconto é tendência de marketing há mais de um século e se você ainda não fez o teste, vale a pena tentar! 

 

Artigo escrito por Joyce Ribeiro e Rogério Vairo. 

 

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9
Janeiro

Quero ter um e-commerce! E agora?

Em 2017, começou a ‘’revolução’’ de lojas virtuais: pequenos empreendedores começaram a se propagarem pela Internet. Mas, para você ter um e-commerce, não basta apenas ter vontade! É preciso ter investimento (não é tão grande como de uma loja física) e muita persistência para que a sua marca ou o seu produto sejam reconhecidos no meio digital.

 

Antes de começarmos a falar de dinheiro e todas as partes burocráticas, faça uma análise da sua situação e do mercado em que você se encaixa. Por mais que você saiba como ele funciona, é com estudo, que você reconhece os pontos que precisam ser melhorados. Já em relação ao mercado, você tem que entender as tendências, como seus concorrentes estão fazendo e como o seu consumidor age para que o e-commerce possa alcançar o seu foco principal.

 

Pronto. Analisou seu negócio? Agora, planeje-se! Você vai perceber se será necessário investimento em certas áreas ou não, como deverá ser sua comunicação e entre outras coisas que você só poderá saber com a análise e planejamento feitos.

 

Outro passo para você mudar para o e-commerce é conhecer as plataformas disponíveis. São milhares de opções, das mais simples até as mais complicadas. Você pode dá uma pesquisada no Google ou contratar um profissional para analisar e instalar toda a loja para você. Existem três tipos de plataformas no mercado: gratuita, código fonte aberto e pagas. Geralmente, as pagas costumam ter um suporte de qualidade e te oferecem a possibilidade de customizar todo o layout.

 

Depois, é preciso pensar no nome. No Registro.br, você pode consultar os nomes disponíveis para a sua loja e os planos para compra do domínio custam cerca de R$ 40,00 durante o período de 1 ano. Qualquer pessoa jurídica (CNPJ) ou física (CPF) pode registrar um domínio para o seu site, desde que esteja em território nacional.

 

Após resolver essa parte, você deve pensar na divulgação da sua loja virtual. Elabore o conteúdo da sua empresa nas redes sociais, inclua as estratégias de marketing digital e desenvolva o seu relacionamento com os clientes.

 

São muitas coisas para pensar né? Vá aos poucos, estude e busque pessoas que já passaram por isso. Mas, não esqueça de se organizar e se planejar antes de começar a AÇÃO!

 

Até a próxima! 

Artigo escrito por Joyce Ribeiro 

 

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